Qual é o melhor “frozen yogurt”?

2 dez

A mais nova surpresa do verão é o frozen yogurt. Alguém aí já experimentou? Trata-se de um iogurte não engordante com aquela deliciosa textura do sorvete. É uma ótima pedida para encarar esse calorão sem ganhar uns quilinhos a mais.

A primeira vez que experimentei o iogurte foi na Yogoberry, mas aqui no Rio há outras duas lojas que vendem o produto, a Yoggi e a Yogolove. E é claro que a Magalice fez questão de devorar o produto em cada uma delas apenas para realizar sua pesquisa comparativa! rsrs

Além do sabor natural, em todas as lojas há outras opções de iogurte. Chá verde (argh!) na Yogoberry, jabuticaba e misto na Yoggi, diet e frutas vermelhas na Yogolove. Para não misturar muito com o sabor dos toppings (acompanhamentos que você escolhe para colocar no iogurte, como morango, gotas de chocolate, nozes e etc), prefiro o natural. Na Yoggi é possível provar os sabores e até os toppings antes de escolher. Nas outras, os atendentes nunca me deram essa oportunidade (deve ser porque até na minha testa está escrito MAGALICE! rsrs). Sem dúvidas, a Yogoberry e a Yoggi têm os melhores iogurtes com sabor natural. Azedinhos na medida certa, combinam bem com todos os toppings.

As três lojas possuem uma grande variedade de toppings: frutas, chocolates, caldas e outras guloseimas (jujuba, marshmallow, etc). Como sou naturalmente “clássica” (leia-se: repetitiva), fico na tradicional calda de morango com muitos morangos! rsrs Mas hoje estive na Yoggi e me apaixonei pela calda de Amarena, que é uma delícia e só tem lá! Aliás, nesse aspecto a Yogoberry deixa um pouco a desejar: tem poucas opções de caldas. A Yogolove tem até caldas diet, de morango e outros sabores.

Um “detalhe” negativo em relação a todas as lojas é o preço salgado do produto. Um iogurte de tamanho médio custa R$ 8 e, com a adição de três toppings, mais R$ 2. O total da brincadeira é de R$ 10. Vale a pena pelo sabor, e pela redução das calorias também, mas infelizmente não é um prazer para todos os dias.

Minha última palavra é: provem!!!
O melhor iogurte é o seu! =D

Atualização: Na última semana (12/1) conheci a Yogo Cream, no campus da PUC-Rio, na Gávea. A loja têm três sabores de iogurte: natural, frutas vermelhas e misto. Gostei do último. Só não gostei nem um pouco do atendimento. Agora, cá entre nós, tem que ser muito CDF para ir na facul em plenas férias, debaixo de um solzão carioca… O frozen yogurt com sabor de morango da Bendita Fruta foi devorado ontem à tarde (17/1) sem toppings porque o aspecto das frutas não era nem um pouco convidativo. Além disso, esta foi a minha terceira visita à loja e pela terceira vez eles não tinham morangos nem kiwis.. 😡

Beijokas e pipokas,

Magalice

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Antes tarde do que nunca

2 dez

Depois de morar seis meses sozinha no Recreio, repensei minha decisão e voltei para a boa e velha casa do meu pai. E antes que me atirem pedras, por favor, me permitam explicar.

Apesar de curtir o momento único que vivi, de muita liberdade e independência, percebi que o preço disso é muito alto. E não falo apenas das contas e do aluguel, mas também das responsabilidades e das mudanças de hábitos que essa nova vida exigiu de mim. Desde que me entendo por gente, ouço meu pai dizer que toda casa possui uma espécie de engrenagem que só funciona com a colaboração dos membros da família. E só agora – é vergonhoso, eu sei, mas antes tarde do que nunca – percebi isso. Realmente as coisas não acontecem magicamente à nossa volta. As roupas sujas não vão parar no cesto por telepatia. As prateleiras do quarto não nascem coladas na parede. O banheiro infelizmente ainda não possui tecnologia autolimpante e a carne não se descongela sozinha te esperando para o jantar.

E por falar em jantar, nessa aventura solitária a Magalice conseguiu se virar muito bem no comando do fogão. Como resultado, vocês terão o prazer de ver aqui no blog muitas receitas caseiras, super práticas, para salvar os seus dias.

O que posso ainda dizer é que morar sozinha foi uma ótima experiência. Mas, por enquanto, o melhor mesmo é ficar bem perto da minha família. Se você, no entanto, julga ter condições para isso, não tenha medo de se arriscar. Ótimas surpresas esperam por você.

Beijokas e pipokas,

Magalice

A escova de dente comunitária

13 abr

Gente, intimidade é mesmo uma coisa estranha. No mês passado, quase tive uma crise de nervos na casa do Príncipe, ao perceber que a minha bendita escova de dente não estava na bolsa. Vejam só o que aconteceu:

Magalice: – Acho que vou deixar uma escova aqui para dias como este.
Príncipe: – É uma boa idéia.
M: – Eu detesto ficar sem escovar os dentes…
P: – Amor, mas aqui em casa tem escova de dente. Acabei de lembrar!

(Meu sorrisão se abriu na mesma hora!)

M: – Jura??! Ai, eu quero!!
P: – Eu te empresto. Só tenho que ver com a minha mãe onde está…
M: – Mas calma aí, é nova, né?!
P: – Nova? É, amor, de certa forma, é sim…
M: – Cumassim??!
P: – É uma escova reserva. Meus primos sempre usam quando estão aqui.

(Gente, como assim ele me fala isso com a maior naturalidade do mundo??!)

M: – Ah, você só pode estar brincando comigo…
P: – Não, não… quer ver? MaaaanhêêEÊêêÊ onde é que est….!

(E ela trouxe, gente!)

Vocês não têm idéia de como fiquei assustada com essa família depois disso… (risos) Escova de dente comunitária é uma coisa que nunca vi na vida! Debochada que sou, agora não deixo passar uma oportunidade de dar uma sacaneada básica no menino.

Ontem à noite, na hora de escovar os dentes, travei nossa primeira batalha. De um lado, a minha Oral B pink. Do outro, o Príncipe com sua Oral B ultra dark. Seria declarado o vencedor quem conseguisse enfiar sua “arma” na boca do outro primeiro. O prêmio seria escovar os dentes do perdedor com a própria escova, transmitindo seus germes e bactérias (e, claro, inutilizá-la para sempre). E adivinhem só quem venceu! (risos²)

FUTILIDADES URGENTES

# Greve de trem no Rio de Janeiro não, por favor, genteeeeeeeeeeeem! As principais vias de acesso ao Centro da cidade estão congestionadas. Quem utiliza o meio de transporte, deve ficar atento aos intervalos das composições, que estão mais longos do que o normal. Confira a cobertura do G1. Os motoristas devem consultar o boletim das condições de trânsito na volta para casa.

Beijokas e pipokas!

Cobrança sem querer

11 abr

Se você pretende me guardar numa gaiola,
venha comigo para sermos um só.
Mas se você não quer construir um ninho,
liberte-me agora: eu não sou seu passarinho.

Um lugarzinho no meio do nada

7 abr

Voltei às minhas andanças em busca de um novo lugar para morar. É, eu sei que essa história pode acabar em pizza, mas juro que se encontrar algo pelo qual me apaixone absurdamente, terei coragem de sair da casa do papai. (Mas só por um tempo, é claro…)

Hoje fui visitar um sítio em Vargem Grande. O ponto final do ônibus 707, que era no terminal rodoviário Alvorada,  agora fica em frente ao Downtown. Fiquei feliz, saltitante e empolgadíssima. As energias estavam muito-mais-que-concentradas no local: até o busão mudou seu curso!

O início da “viagem” foi meio chato. Não gosto dessa selva de pedra que é a Barra da Tijuca. Tudo é tão artificial, que me sinto presa em uma gigantesca maquete de isopor. Tanta perfeição me deixa em agonia. Só fiquei total em paz quando o busão adentrou uma estrada linda, repleta de verde e cheiro de mato. Como não sou nem um pouquinho influenciável, logo pensei “o meu lugar é aqui”. Passados vinte minutos, o que era lindo já havia se transformado num matagal. A paisagem era a mesma, mas o meu olhar…

Gente, para chegar no tal sítio, eu precisava seguir até o ponto final do bus, virar numa rua, depois em outra e caminhar uns 400 metros. E, embora nem tenha muita noção de “quilometragem”, achei que era demais para as minhas pernocas. Vejam só que coisa vergonhosa: assim que passou aquele complexo da Record, eu desci do bus, atravassei a rua e esperei outro para voltar! (risos²)

Ah, gente, por favor! Já tinha passado uma hora e vinte minutos e o sítio não chegava nunca. É, desisti, eu confesso! Mas também devo dizer que amei o lugar, especialmente pela simplicidade das pessoas que vivem ali. É como uma cidade do interior onde todo mundo se conhece. Há muita gente pobre mas, creio, feliz. No ônibus, tinha uma senhorinha *foufa* levando uma galinha para servir no jantar, segundo a própria me contou. Dá pra acreditar? Muito cute cute! É uma pena ser um lugar tão distante do meu dia-a-dia, que se resume ao percurso GáveaBarra. De hoje em diante, sempre que ouvir (e cantar, é claro) aquela musiquinha “Era uma vez”, cantada pela dupla Sandy e Jr, vou me lembrar de Vargem Grande. Para sempre, no coração.

Ps.: Era uma vez um lugarzinho no meio do nada, com sabor de chocolate e cheiro de terra molhada…

Beijokas e pipokas!

Deboche

7 abr

O vento frio entrou sorrateiramente no quarto só para debochar da minha tristeza. Levou um susto ao ver os cacos do meu coração no assoalho: “Por que você está tão sozinha, se até eu sei que a única coisa capaz de aquecê-la é um abraço?”.

Pelo menos as lágrimas me protegeram da poeira das estrelas.

(Continuo Javalice total hoje… então, sem beijokas e pipokas again.)

A razão

6 abr

E assim, entre um lamento e outro, o triângulo chegou ao fim:
a digníssima ficou com ele e os problemas.
Foi uma troca justa: a paixão pela conveniência.
Com tudo assinado pelas partes, não tive alternativas:
só me restou a arte de escrever poemas.

(Hoje não tem beijokas nem pipokas…)