A razão

6 abr

E assim, entre um lamento e outro, o triângulo chegou ao fim:
a digníssima ficou com ele e os problemas.
Foi uma troca justa: a paixão pela conveniência.
Com tudo assinado pelas partes, não tive alternativas:
só me restou a arte de escrever poemas.

(Hoje não tem beijokas nem pipokas…)

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Uma resposta to “A razão”

  1. Flavio Braga 07/04/2009 às 23:23 #

    É, minha cara Alice, lembrei de uma frase que eu venho repetindo muito ultimamente: Nem sempre a razão tem razão. A Dona Razão às vezes é muito incoveniente (ou sou eu que sou sentimental demais, não importa).
    Melhoras, e mais uma vez, parabéns pelo blog!
    Abraço!

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