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Um método mais que brilhante

24 mar

A entrevista de estágio para a Globo.com foi realizada numa sala de reuniões com um imenso quadro branco cheio de post-its. A minha santa ignorância deduziu logo: “Também teremos uma dinâmica de grupo?”. A risada foi geral e uma das entrevistadoras me ajudou a clarear as ideias: “Essa coisa aparentemente louca chama-se Scrum. É um método ágil de desenvolvimento de softwares”. Ahhhh, agora sim… Mas, gente, aquele matemático John Nash já fazia isso há anos! Não lembram do filme Uma Mente Brilhante?! A diferença é que ele escrevia nas janelas e paredes.

“Scrum é uma abordagem simples aplicada ao gerenciamento de tarefas complexas”. DANILO BARDUSCO – Globo.com

Pelo pouco que já aprendi, principalmente através do blog de Guilherme Chapiewski, pude perceber que com esse método é possível aumentar a produtividade das equipes, maximizar resultados e reduzir custos e burocracias. Comecei ontem o estágio hiper ansiosa para colocar a mão na massa.
FUTILIDADES URGENTES

# Gente, o que é o massageador de cabeça que estacionou na minha mesa?! Uma delícia: relaxa e faz sorrir! Não sei se é meu porque não rolou assim uma entrega oficial… rs Vou aproveitá-lo muito bem enquanto o verdadeiro dono não aparece. Acho que todo mundo aqui tem um desse, pois já vi em várias mesas.

# O que foi a minha “viagem” do Méier à Barra hoje? Put%que$pa*! Quase tive um piripaque por causa do lenga-lenga do 691.

# Hoje o Príncipe irá me entregar um presente de aniversário (29/3). É antecipado porque lá em casa todo mundo tem mania de dar presente antes da data… Somos muito ansiosos! Huauahua

# Eu juro que não vou mais na maldita lojinha de doces aqui do Città América. Ontem foram três pacotes de Mentos. Hoje, balas de coco, Sonho de Valsa e chicletinhos quadrados coloridos. A minha salvação é que não comi tudo… ainda.

# Preciso ir à faculdade, gente. Tenho que reunir forças para elevar o meu cosmo à potência máxima e, assim, acordar todo dia às 5h.
Beijokas e pipokas!

As surpresas nossas de cada dia

28 fev

CloserEstava terminando de assistir a mais um episódio do programa Troca de Família, na Record, quando meu irmão começou:

Maga, você tem aquele filme “Closer”?

Não. Por quê?

Quero vê-lo de novo. Esse filme é muito bom!

Hum… não achei nada demais.

Não?! Você não sentiu nada ao assistir?

Não.

Caramba! Eu senti assim… um vazio.

Ué, mas por quê?

Me fez perceber que quanto mais nos aproximamos de alguém, maior é a probabilidade de nos machucarmos.

Mas isso eu já descobri há tempos!

Credo! Não quero ficar insensível como você.

Mas esse é o caminho natural, não há como evitar.

Eu prefiro tentar.

Poxa, eu até gostei do filme. Tem belas cenas de sexo!

Sexo? Quase não há sexo.

O quê?? E o streap-tease super sensual da Natalie Portman?

Porra, parei contigo! O macho aqui sou eu, lembra?

Ok. Então vamos cantar: “I can’t take my eyes off of you. I can’t take my eyes off youuuuuuu…”

Beijokas e pipokas!

Um dia de chorar de rir

22 fev

A vida me ensinou que todo início deve ser assim: tímido e despretensioso.

De uns tempos pra cá, tenho sentido a necessidade de escrever sobre o meu dia-a-dia profissional. Talvez seja esta a forma que encontrei para entender os extremos que me dividem: a paixão e a insatisfação. A minha sorte é que quando rolam atritos mais sérios, elas param, sentam e discutem a relação.

Hoje, em especial, foi um dia incomum: do tipo light que não tenho há meses. Nada de homologação de sistemas e revisão de textos esdrúxulos. Também não precisei fazer cara de bolinho ao ouvir a chefe falar mal dos outros. O dia foi todinho meu e do furúnculo nojento que me apareceu na perna.

Ansiosa, a bobinha aqui teve a doce ilusão de receber o notebook recém-comprado na Americanas.com. O problema é que a loja insiste em enviar o Noturno para outras cidades. Aliás, deixo aqui um pedido: quero o registro fotográfico dos lugares que ele conheceu, como no filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Igualzinho ao que o pai de Amélie recebeu quando seu pequeno anão de jardim fez uma inexplicável volta ao mundo.

Com o passar das horas, a rua deserta e sem vida tornou-se cada vez mais movimentada. O vai-e-vem de carros logo me irritou, mas três ligações para o SAC tiveram o efeito tranquilizante de um chá de camomila. Fiquei tão calminha que, na última conversa, a atendente realmente conseguiu me emocionar: ela prometeu que o Noturno chegará em breve e com segurança.

Beijokas e pipokas!